A recente rebelião na Penitenciária 1 de Potim, no Vale do Paraíba, reflete a realidade caótica do sistema prisional brasileiro. O episódio destaca a superlotação e as condições degradantes que tornam as prisões do país um verdadeiro “inferno na terra”.
A luta do povo não pode se limitar a disputar espaço nas instituições burguesas. Uma mulher negra no STF não vai mudar a vida da mulher que cuida de três filhos sozinha, ganha um salário mínimo e não tem creche.
É preciso acabar com a polícia que persegue, mata e prende o povo, abandonando as ilusões da esquerda pequeno-burguesa que propõe a “desmilitarização” da PM