Milhões de iranianos tomaram as ruas de Teerã no último dia 6 para acompanhar o cortejo fúnebre do mártir Aiatolá Saied Ali Khamenei, líder da Revolução Islâmica, assassinado por EUA e “Israel” no dia 28 de fevereiro, primeiro dia da agressão conjunta contra o Irã.
A melhor ajuda que poderia ser dada à Venezuela (além das já anunciadas) é a suspensão imediata de todos os bloqueios, sanções e boicotes à economia do país, o que permitiria à Venezuela ampliar as políticas de bem estar social e segurança da população.
Starmer não caiu apenas por causa da economia. O governo trabalhista caiu de podre porque governou como um governo sionista e imperialista. Desde o início da ofensiva de “Israel” contra Gaza, Starmer se colocou ao lado dos genocidas.
Ao enfrentar em campo potências europeias em pleno solo americano, os atletas iranianos operaram uma transformação simbólica: o futebol tornou-se um espaço de denúncia anti-imperialista e de afirmação da soberania nacional.
A situação política na Bolívia, Colômbia e Peru mostra que existe uma luta dos povos contra o imperialismo. E não se trata de uma oposição entre a esquerda e o imperialismo, mas da massa popular contra o imperialismo.
Os EUA e “Israel” não conseguiram desmantelar o programa nuclear iraniano, restringir o apoio do Irã a organizações de resistência no Oriente Médio ou debilitar seu regime. O Irã, ao contrário, fortaleceu sua posição, mostrando que a pressão imperialista não subjuga povos determinados.
A deportação de um cidadão colombiano, o empresário Alex Saab, apoiador do governo venezuelano e próximo de Nicolás Maduro, para os Estados Unidos, vem colocando em relevo o debate acerca do caráter político e ideológico do regime chavista.