Conta com o apoio de liberais “progressistas”, que colocaram os nazistas no poder, e de setores da esquerda pequeno-burguesa que diz lutar contra o fascismo
Em discurso no último dia 4, na cerimônia do Arbaeen – uma das maiores peregrinações religiosas do planeta, realizada anualmente por muçulmanos -, o secretário-geral do Hezbolá, xeique Naim Qasem, afirmou que o Irã teve papel decisivo para conter a ofensiva israelense contra o Líbano.
Na Convenção do Partido Liberal(PL) do último dia 25, que oficializou o lançamento de sua candidatura à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro procurou apresentar ao público seus vínculos com as lideranças nacionais e internacionais da extrema-direita.
A continuidade do conflito contra o Irã não pode ser entendida apenas como uma busca por vitória militar por parte do imperialismo ocidental. Tanto os Estados Unidos quanto Israel enfrentam dificuldades em derrotar a República Islâmica, assim como a OTAN não conseguiu prevalecer sobre a Rússia na Ucrânia.
Milhões de iranianos tomaram as ruas de Teerã no último dia 6 para acompanhar o cortejo fúnebre do mártir Aiatolá Saied Ali Khamenei, líder da Revolução Islâmica, assassinado por EUA e “Israel” no dia 28 de fevereiro, primeiro dia da agressão conjunta contra o Irã.
A melhor ajuda que poderia ser dada à Venezuela (além das já anunciadas) é a suspensão imediata de todos os bloqueios, sanções e boicotes à economia do país, o que permitiria à Venezuela ampliar as políticas de bem estar social e segurança da população.
Starmer não caiu apenas por causa da economia. O governo trabalhista caiu de podre porque governou como um governo sionista e imperialista. Desde o início da ofensiva de “Israel” contra Gaza, Starmer se colocou ao lado dos genocidas.