31/08 a 06/09/2026
Não é só Zema… todos têm programa “contra as mulheres” O ato falho de Zema revela o que o inconsciente não esconde: para ele, as políticas públicas devem ser “contra” as mulheres, não a favor No último dia 24, Romeu Zema, candidato à Presidência pelo NOVO, foi sabatinado pela TV Globo. Ao responder sobre o aumento de feminicídios em Minas Gerais, afirmou que tem “uma série de programas contra as mulheres”. A imprensa tratou como gafe, mas não foi a primeira: em 2020, no lançamento do programa MG Mulher, Zema disse que a agressão contra a mulher “seria meio que como um instinto natural do ser humano”. Uma militantes do PT mineiro, Ana Elisa, corretamente afirmou que Zema “não se confundiu. O inconsciente dele é que o lembrou”. É exatamente o que a psicanálise freudiana chama de ato falho: um lapso que revela um desejo ou pensamento inconsciente. Violência contra a mulher em MG Dados do Anuário de Segurança Pública de 2026 (referente a 2025) mostram que a maioria dos indicadores de violência contra a mulher cresceu em MG. Os feminicídios aumentaram 4,4%, totalizando 177 casos, colocando o estado em 2º lugar no Brasil. Com a queda das tentativas e o aumento dos consumados, especialistas indicam que a violência tornou-se mais letal. Zema, em sua trajetória política ou empresarial, nem sequer disfarçou seu desprezo pelas reivindicações femininas. Mas, em época eleitoral, surgem “defensores das mulheres” que, na prática, apoiam programas contra elas, como o teto de gastos, a reforma trabalhista e a ampliação da terceirização. Zema também foi a favor do impeachment de Dilma Rousseff, única mulher eleita presidente do Brasil. A hipocrisia política e a posição do PCO As golpistas Marina Silva (REDE) e Simone Tebet (30 anos de MDB), que hoje são apoiadas pelo PT ao Senado por SP, apoiaram o impeachment de Dilma. O PSB, embora fosse um “aliado do PT”, tomou a decisão de orientar o voto a favor do impeachment, e a grande maioria dos deputados e senadores seguiu a orientação. Hoje, outro golpista que também apoiou o impeachment, Geraldo Alckmin (33 anos de PSDB), e Tebet migraram para o PSB a fim de participar do governo Lula e obter apoio do presidente. O PCO vem na contramão de toda essa política reacionária: lutou contra o golpe contra Dilma, defende o fim das terceirizações; 35 horas semanais de trabalho sem diminuição de salários; defende salário mínimo vital indicado pelo DIEESE; igualdade salarial entre os sexos; direito ao aborto; escolas integrais e creches 24 horas; restaurantes e lavanderias públicas para livrar as mulheres do trabalho escravo doméstico.
Por: Leon Lago
Entre as reivindicações apresentadas pelo Partido da Causa Operária nas eleições de 2026 está uma de suas bandeiras tradicionais: o fim da Polícia Militar e de todo o aparato repressivo do Estado, acompanhado da organização da autodefesa dos trabalhadores.
Por: Leon Lago
A decisão da gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) de fatiar o Ensino Fundamental na rede municipal de São Paulo — separando as escolas em unidades exclusivas de anos iniciais e anos finais representa um grave ataque à educação pública, aos servidores e à população.
Por: Leon Lago
na melhor das hipóteses, o PT servirá de trampolim para eleger uma candidata direitista que vai levar adiante a mesma política reacionária dos candidatos bolsonaristas ou até na derrota das duas candidatas apoiadas pelo PT, que deixaria os militantes apenas com a desmoralização.
Por: Leon Lago
O candidato a governador de São Paulo do Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Haddad, disse em entrevista ao UOL que, se eleito, não pretende reestatizar nenhuma empresa no Estado. Para ele, a solução dos problemas com os serviços passa por “pente-fino nos contratos” e “troca de comando”.
Por: Leon Lago

Capa da Edição

Menu Principal

Ajuda, Dúvidas e Televendas