Não se trata de discutir méritos, mas de denunciar a arbitrariedade. A Justiça não pode se sobrepor à voz das urnas de forma casuística. A demora e a manutenção do perdedor cheiram a manobra política travestida de tecnicismo. É absolutamente inaceitável que o desejo da maioria fique refém de incertezas judiciais.
De forma autoritária, sem ser provocado por um processo judicial, Gilmar Mendes está aplicando artigo do Teto de Gastos, de Michel Temer, para em pleno ano eleitoral, manipular o que pode ou não ser votado no Congresso Nacional, em benefício dos grandes bancos.
A recente rebelião na Penitenciária 1 de Potim, no Vale do Paraíba, reflete a realidade caótica do sistema prisional brasileiro. O episódio destaca a superlotação e as condições degradantes que tornam as prisões do país um verdadeiro “inferno na terra”.