O reconhecimento do Haaland valida que o sonho do hexa não acabou. Ele se fortalece na certeza de que o talento do país do futebol é insuperável e que os ajustes pavimentarão o caminho, novamente, rumo ao topo do mundo.
A partida não apenas escancarou a influência da arbitragem no futebol, em uma Copa em que os EUA foi favorecido com a anulação de cartão vermelho, pedida por Trump, mas também demonstrou a construção de “ídolos esportivos” pelas campanhas publicitárias dos grandes monopólios da imprensa.