A perseguição imperialista contra os esportistas brasileiros ganhou mais um capítulo nefasto no desembarque do aeroporto da Filadélfia, na semana passada.
A cínica declaração de que “golpista é sempre golpista” vinda de uma golpista experiente, deve servir de alerta aos seguidores da política de frente ampla.
É preciso pôr um fim à ditadura da Justiça e nas eleições, colocando o processo eleitoral sob controle dos partidos e dos representantes eleitos pela população.
É necessária uma reforma política com a extinção do Senado e a adoção de um modelo unicameral, deixando o poder legislativo somente na Câmara dos Deputados. É necessário também aumentar o número de deputados para diluir o peso do dinheiro nas decisões e nas eleições.
A ação do Ministério Público abre um precedente perigoso. A abertura de uma nova frente de intervenção poderia servir para justificar exigências ainda mais amplas sobre o funcionamento interno das organizações políticas.
Dados do Supremo Tribunal Federal (STF) revelaram que 81,9% das decisões tomadas pela corte em 2026 foram monocráticas, ou seja, um ministro decidiu sozinho, sem debater com seus pares.
Na falta de um programa que tenha a ver com a realidade e as necessidades do povo trabalhador, a esquerda pequeno-burguesa, quando não está tratando de inventar um novo crime e punições, se agarra à questão do meio ambiente.
O episódio serve como um alerta necessário sobre os perigos de se colocar nas mãos da Justiça a decisão de quais críticas são aceitáveis. A liberdade de expressão é um direito fundamental que deve ser defendido sem reservas.