A intensificação da política de guerra do Ocidente, em resposta a essas derrotas, apenas agrava a crise global e empurra o mundo para a beira de um conflito que pode ter consequências catastróficas.
O líder do Hesbolá, Naim Qassem, expressou sua gratidão ao Irã pela sua resistência inabalável frente à pressão dos EUA e de Israel. Em seu comunicado, Qasem destacou a conexão entre o cenário libanês e a força sacrificial do Irã, que forçou Israel a recuar.
A reunião, na França, do grupo dos países mais ricos do Mundo, o G7, na semana passada, se deu em meio a um enorme agravamento da crise do bloco imperialista.
A situação política na Bolívia, Colômbia e Peru mostra que existe uma luta dos povos contra o imperialismo. E não se trata de uma oposição entre a esquerda e o imperialismo, mas da massa popular contra o imperialismo.
No último dia 16, a organização Juntos por el Perú, partido do candidato presidencial Roberto Sánchez, declarou que não irá aceitar “que seja imposto um resultado que não reflita a vontade popular com absoluta transparência e sem nenhuma dúvida nem controvérsias”.
O resultado apertado confirma a divisão social do Peru. Fujimori concentra força nos setores urbanos, no voto conservador, em Lima e no exterior. Sánchez cresceu entre os setores rurais, andinos e amazônicos, onde o fujimorismo enfrenta forte rejeição e onde o Castillo ainda tem peso.
A luta do povo boliviano contra a ditadura e por colocar para fora o governo Paz deve ser apoiada de forma incondicional, por todas as organizações de luta dos trabalhadores do Brasil e do Mundo.
Enquanto o Ocidente intensifica seu cerco militar, a China avança economicamente, também adota medidas para reforçar sua segurança e aprofunda relações com países que se opõem ao cerco do imperialismo em crise, como a Rússia e o Irã.
O general iraniano enfatizou que “o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cuja derrota na guerra se tornou evidente para todos, agora enfrenta dois caminhos: o ruim ou o pior”.