Enquanto os especuladores se apropriam de mais de R$1 trilhão por ano, em nome de uma dívida cuja origem jamais foi esclarecida e que sequer deveria existir, ao povo brasileiro restam apenas as sobras do orçamento.
“Sem reajuste digno, o governo empurra o servidor para o crédito longo. Ele pagará muito mais juros ao banco”, afirma o economista Paulo César de Souza.