Manobra em curso

“Violência contra a mulher”, uma armadilha pró-Tebet e contra Lula

A burguesia não teve qualquer escrúpulo para atacar, orquestrar e derrubar de forma ilegal e inconstitucional a ex-presidenta Dilma Rousseff

A campanha da imprensa golpista “em defesa da mulher” está em alta. São várias as matérias que buscam denunciar a “violência contra a mulher”. A demagogia com o tema tem um objetivo claro, considerando o momento vivenciado pelo país, as eleições gerais. Essa mesma imprensa não teve qualquer escrúpulo em atacar, orquestrar e derrubar de forma ilegal e inconstitucional o governo da primeira mulher eleita para o cargo máximo do País, a ex-presidenta Dilma Rousseff, do PT.

Está claro que a imprensa venal ligada ao imperialismo tem um alvo certo nas próximas eleições. Está na mira da burguesia o candidato favorito da população e que está em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais, Luís Inácio Lula da Silva. É difícil prever com exatidão qual é a natureza do ataque contra o ex-presidente, a única coisa que se pode afirmar é que ele virá.

 Quando se junta uma demagogia intensa sobre certo assunto na imprensa burguesa e as eleições, é fácil visualizar que está sendo engendrada alguma manobra contra  candidaturas da esquerda. É importante destacar que a candidatura da direita nesse momento é a terceira via, representada pela senadora do MDB, Simone Tebet, que já escolheu como vice candidata em sua chapa uma outra mulher, a também senadora Mara Gabrilli, do PSDB. No entanto, a luta das mulheres oprimidas e a “luta” das mulheres que oprime são bem diferentes.

Lula é o candidato que a burguesia e o imperialismo menos querem ver eleito para o Executivo do País. Somado a uma série de fatores políticos e geopolíticos, o ex-presidente representa uma ameaça ao golpe de 2016 e ao conjunto do regime político, as reformas neoliberais e o ataque da burguesia e da direita às massas populares. 

Nesse momento de crise gigantesca do capitalismo, que para manter os lucros da burguesia deve esfolar dia após dia ainda mais os trabalhadores e roubar as riquezas nacionais, um governo como o de Lula pode comprometer os planos dos sanguessugas nacionais e internacionais. É neste cenário e com apoio da esquerda pequeno burguesa identitária que a imprensa capitalista opera sua campanha eleitoral, buscando viabilizar uma candidatura alternativa aos “extremos” (Lula e Bolsonaro).

Sendo assim, é preciso estar atento a um possível ataque à candidatura do ex-presidente utilizando a suposta luta da mulher; suposta porque, vinda de onde vem, essa campanha da “defesa da mulher” é uma farsa total. Ou seja, a imprensa está organizando um golpe contra Lula, porém não sabemos o que e como irá acontecer e nem quando. Mas provavelmente será algo que o coloque em “maus lençóis” diante do eleitorado feminino ou algo do gênero, uma vez que o foco é eleger Simone Tebet.

Portanto, é preciso deixar de lado toda essa demagogia farsesca de “combate à violência contra a mulher” levada adiante pelos monopólios da imprensa capitalista a soldo do imperialismo. É necessário ainda levar adiante uma campanha de denúncia das manobras em curso para atacar e destruir a campanha do representante da esquerda nas eleições, o ex-presidente Lula.

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