Governo boliviano quer aumento da pena para Jeanine Añez

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A justiça da Bolívia sentenciou a “presidente” impostora, Jeanine Añez, a 10 anos de prisão. No entanto, a ministra da Presidência da Bolívia, María Nela Prada, anunciou que o Governo vai recorrer à justiça para que a sentença de Jeanine Áñez aumente de 10 para 15 anos de prisão. “Vamos proceder a um recurso pedindo 15 anos, que foi o que sempre estabelecemos, não só pelos crimes pelos quais ela foi julgada, mas pelos agravantes que existem neste caso”, declarou a representante do governo.

Añez, os militares e a direita boliviana assaltaram o poder com um golpe de Estado, em outubro de 2019. No período do governo ilegítimo e golpista, foram perpetrados vários massacres e assassinatos, vitimando, principalmente, a população pobre do campo e da cidade, apoiadores do ex-presidente Evo Morales.

Rompendo o cerco do imperialismo

O Irã e a Venezuela – dois países que neste momento enfrentam as sanções criminosas do imperialismo norte americano – acabam de estabelecer um acordo de cooperação por 20 anos. A cerimônia de assinatura do acordo  aconteceu em Teerã, no dia 11 de junho, onde compareceu o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

O acordo prevê a cooperação em diferentes áreas, como defesa, ciência, tecnologia, agricultura, petroquímica, turismo e cultura. Uma rota de vôos diretos entre as capitais dos 2 países, Teerã (Irã) e Caracas (Venezuela), passará a operar a partir de 18 de julho.

Irã e Venezuela resistem com altivez às sanções e aos embargos econômicos do imperialismo, não cedendo às chantagens impostas pelos maiores inimigos dos povos oprimidos.

O genocídio de Israel demonstrado em números 

Relatório divulgado por uma organização humanitária, denominada Centro Al-Mezan pelos Direitos Humanos, registra que ao longo de 15 anos (2007 a 2022), ataques militares israelenses mataram 5.418 palestinos na Faixa de Gaza ocupada.

Intitulado “15 anos muito longos”, a organização explicou que 23% das vítimas eram “crianças, 9% eram mulheres”. “Entre 14 de junho de 2007 e 14 de junho de 2022, os ataques israelenses destruíram 3.118 estabelecimentos comerciais, 557 fábricas, 2.237 veículos, 2.755 locais públicos, 12.631 casas e 41.780 outras parcialmente danificadas”, acrescentou o relatório.

O Estado sionista e sua política crimimosa instituiram um ”complexo e proibitivo regime de autorização” para os palestinos que desejavam sair de Gaza para ter acesso a tratamento médico. O relatório acrescenta ainda que “entre 2010 e fevereiro de 2022, as autoridades israelenses rejeitaram ou atrasaram 30% dos pedidos de autorização de pacientes”, e que as autorizações negadas e adiadas haviam deixado 72 pacientes mortos, dez dos quais eram crianças e 25 mulheres.Os números não deixam dúvidas sobre o caráter genocida do regime sionista, sustentado econômica e militarmente pelas “democracias civilizadas” do Ocidente para aterrorizar os povos da região e assim garantir a supremacia do imperialismo e seus interesses de rapina no Oriente Médio. 

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