Candidato de Joe Biden?

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Durante a Cúpula das Américas (encontro que reúne chefes de Estado do continente americano), Bolsonaro esteve pessoalmente com o presidente dos EUA, Joe Biden. De acordo com o que noticiou a imprensa burguesa, que busca agora colocar-se como opositora a Bolsonaro, o ilegítimo presidente brasileiro teria pedido apoio a Biden contra o ex-presidente Lula nas eleições deste ano. 

O vazamento da conversa privada com Biden, sendo verdade ou não, mostra certo desespero de Bolsonaro e mostra também que a burguesia de fato continua investindo em outra candidatura para as eleições presidenciais, a terceira via. Representantes do imperialismo, como Victoria Nuland, golpistas brasileiros e a imprensa capitalista, que agora tenta desmoralizar Bolsonaro, estão com discurso afinado, com o STF, sobre a lisura do processo eleitoral.

Os que não querem nem Lula nem Bolsonaro estão preparando para as eleições um golpe por dentro do regime e do sistema eleitoral.

Falência das Universidades públicas

Já faz alguns anos, desde o golpe de Estado de 2016, que o congelamento do orçamento da União por 20 anos aprovado pelo usurpador Michel Temer aliado a outras medidas dos golpistas, que as Universidades e Institutos Federais vêm sendo estrangulados. A crise que já se deu em período anterior agora, de acordo com reitores, organizações de docentes e estudantes, está ainda mais grave. Tirando como exemplo a Universidade Federal do Rio de Janeiro, o orçamento de 2022 é o segundo menor dos últimos 10 anos, excetuando 2021 que foi ainda menor. A insuficiência de recursos fica mais evidente com a volta das aulas presenciais.

Em coletiva de imprensa, a reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho, afirmou que a universidade não terá como pagar as contas de água e luz, além de manter serviços de limpeza e segurança a partir de setembro.

“Dentro de dois meses não teremos como pagar as contas de água e luz. Isso afeta diretamente o funcionamento dos nossos laboratórios, por exemplo. (…) Quando a Light vai apagar a nossa luz? Não sei. Mas o dia que a Light apagar a nossa luz, a universidade fecha. Não porque seja um desejo nosso, mas sim um desejo de quem está cortando o orçamento dessas instituições”, completou Denise Carvalho.

Se o orçamento já era ruim, no final de maio o governo bloqueou 14,5% da verba para custeio e investimento de universidades e Institutos federais. O governo diz que o contingenciamento é necessário para cumprir o teto de gastos, regra que limita o crescimento das despesas públicas.

Trata-se claramente de um processo de destruição do ensino público e da educação, mas mais do que isso, é um projeto geral do imperialismo para tornar o País mais dependente, já que as instituições de ensino superior público são responsáveis pela realização de pesquisas, sendo também um importante fator de desenvolvimento nacional. É também um projeto de destruição da economia nacional.

Não é redução do preço dos combustíveis

A Câmara dos Deputados aprovou no dia 15 de junho, o projeto de lei que cria um teto para o ICMS incidente sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transporte coletivo; já aprovado no Senado o texto vai agora para sanção presidencial.

O teto para cobrança do ICMS ficará em 17%. Esse é o principal imposto de estados e municípios, sendo eles, portanto, os entes da administração pública que vão pagar a conta da “bondade” do ilegítimo presidente Bolsonaro. Na ponta final, o preço maior recairá sobre o povo, já que o dinheiro do imposto deveria ser investido em saúde e educação, por exemplo, mas deixará de ser arrecadado não para reduzir o preço dos combustíveis, que está nas alturas como o gás de cozinha a mais de R$ 150 e a gasolina que já ultrapassou os R$ 8,00 o litro.

O fato é que o governo está tirando dos impostos para não tirar o dinheiro do bolso dos grandes especuladores e acionistas da Petrobras. Serão cerca de 30 bilhões de reais, segundo estimativa, a menos em arrecadação para estados e municípios. Esse é o valor que o Estado vai abrir mão de arrecadar, apenas para frear os reajustes nos combustíveis e com data para acabar.

É mais uma medida eleitoreira do que mexe na arrecadação dos estados para não desagradar os privatizadores da Petrobras.

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