As instituições do regime golpista também são inimigas do negro

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Uma frente entre partidos de esquerda e partidos da direita golpista, instados pela Coalizão Negras por Direitos protocolaram, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para que a Corte Suprema do País reconheça o genocídio negro no Brasil. Assinam a ADPF, os seguintes partidos, PT, PSOL, PCdoB, PDT, PV e PSB. 

A Coalizão Negra por Direitos é uma organização tipicamente identitária, cuja função é servir de trampolim político para setores que antes de querer resolver a complexa questão do negro no País, pretendem mesmo ascender socialmente por meio da política. Muitas vezes a “Coalizão” se apoia em movimentos reais, como é o caso das Mães de Maio, que também assinam a ADPF, mas desviam toda a tendência de luta para o apoio a determinados “lideres” de um certo movimento negro, que buscam se impor pela coação: ou me aceita ou é racista. No final, todo o movimento é canalizado para eleger alguém às casas parlamentares.

A ADPF cobra do Estado, por meio do STF que seja: “reconhecido por esta Corte um estado de coisas inconstitucional fundado no racismo estrutural e racismo institucional que sustenta uma política de morte financiada e aplicada pelo Poder Público à população negra brasileira, sendo reconhecida também a necessidade de adoção de políticas e medidas de reparação voltadas para sanar o cenário de incompatibilidade da vivência da população negra brasileira com os preceitos constitucionais contidos na Constituição Federal de 1988”.

Esse tipo de ação é puramente propagandística, sem efeito real, pois não há luta por direitos democráticos, sociais e econômicos, antes serve como disfarce para os inimigos do povo negro, que podem apoiar “causas nobres” sem modificar nada na realidade da imensa parcela oprimida pelo Estado, que é a situação vivenciada pelo negro brasileiro. Busca enganar aqueles que lutam, desviando-os dos métodos adequados, conduzindo-os para ações de pura propaganda, cujo objetivo é dar visibilidade a determinados “líderes”, que não são nada mais que carreiristas buscando um lugarzinho ao sol. 

A luta do negro, para aquele que realmente luta pelo fim da opressão e da exploração da sofrida população negra, passa pela mobilização das massas; a luta real por um programa consequentemente revolucionário no terreno dos direitos democráticos, que exija o desmonte do regime antidemocratico nacional e a maquinaria infernal de guerra contra a população negra, pobre e trabalhadora que é o Estado brasileiro. Um programa que permita identificar os inimigos do negro, que são os mesmo dos demais setores explorados e oprimidos, isto é, a burguesia golpista e o imperialismo. Que aponte os passos a ser seguidos e quais os direitos reais a serem conquistados para a integração plena do negro à cidadania brasileira. 

É preciso denunciar o caráter reacionário e oportunista da política identitária, que usa a questão negra no País para fins mesquinhos e pessoais. É preciso superar essa política em favor de uma organização verdadeiramente revolucionária e combativa que unifique a luta das massas negras do País.

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