Tropa de Elite 3: frente ampla com banqueiros e o BOPE

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Conhecemos o vale-tudo de Marcelo Freixo para chegar ao poder executivo. Nunca foi mistério que o personagem do filme Tropa de Elite 2 – o professor de História da trama – sempre fez campanhas direitistas com fachada de esquerdista.

Todavia, Freixo foi além de seu alter ego da ficção e convocou um verdadeiro batalhão da direita golpista para compor o estafe de seu governo, caso seja eleito.

Luis Eduardo Soares, antropólogo e especialista em segurança pública, autor do livro “A elite da tropa”, criou o movimento “Virada RJ”, movimento liderado por banqueiros, na prática.

O movimento elaborou um manifesto assinado por 800 pessoas. Entre as assinaturas há nomes de empresários, economistas, bispos evangélicos, artistas e integrantes da área de segurança. O manifesto enfatiza:

“Nós, que endossamos esta carta, estamos convictos de que para sairmos do atoleiro nós temos que colocar as diferenças de lado e trabalharmos todos juntos pelo bem comum, porque a sobrevivência de milhões de famílias depende disso”, diz um trecho do documento.

Entre os assinantes estão figuras execráveis do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), como o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, e o economista André Lara Resende.

Na segurança pública, Freixo “caprichou”, e terá o apoio do Comandante da Escola Superior da Polícia Militar do Rio, coronel Antonio Carballo, e do antropólogo e ex-chefe do Estado-Maior da PM, coronel Robson Rodrigues. O ex-comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Alberto Pinheiro Neto, também assinou o documento.

Ao lado de elementos da direita tradicional, Freixo apresenta assinaturas de políticos e artistas da esquerda (alguns muito direitistas), uma política para encobrir sua articulação. Embora Luiz Eduardo Soares seja nominalmente o articulador do movimento, os financiadores são Armínio Fraga e Raul Jungmann.

Uma figura que desponta é do diretor de cinema, José Padilha, criador da série golpista “O mecanismo”, uma defesa da operação Lava Jato. 

Trata-se de uma candidatura de direita, organizada para a burguesia manter o controle sobre o Estado do Rio de Janeiro, com todo poder aos batalhões, milícias e, principalmente aos banqueiros.

Assinaturas em cartas servem como correntes e armadilhas para o PT, que apoia uma candidatura contrária aos interesses populares, abrindo mão do próprio projeto político em favor do avanço dos interesses golpistas.

Já Armínio Fraga está feliz em controlar a política de Norte a Sul do Brasil, despontando como o George Soros brasileiro, apoiando nominalmente todos os espectros políticos por intermédio de fundações, ONGs e sua estrutura financeira.

Olhos abertos nas eleições será pouco.

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