Se diz respeito ao Estado, diz respeito aos trabalhadores

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É difícil entender como funciona a cabeça de alguns dirigentes da esquerda. Muitos acham que a briga entre o STF e Bolsonaro não diz respeito à classe operária, o que é uma ignorância política muito grande. Tudo que é lei, assim como todos os assuntos do Estado, dizem respeito a toda população, particularmente a classe operária.

Outra parte da esquerda apoia as arbitrariedades. Mesmo o PT tendo sido vítima do STF, que deu o golpe de Estado responsável por derrubar Dilma Rousseff, prender de Lula, apoiar a Lava Jato, a destruição da economia nacional através de medidas arbitrárias; essa briga diz respeito ao povo inteiro e o STF não deve ser apoiado.

É a doutrina no mensalão e da Lava Jato

O STF com o julgamento do mensalão criou uma nova doutrina jurídica: mesmo que o acusado prove não saber de nada que estava acontecendo, ele pode ser responsabilizado. Isso foi em 2012, com o ministro Joaquim Barbosa.

O STF inventou uma lei diferente da prisão preventiva para poder prender sem motivo e assim prenderam o Lula sem julgamento em segunda instância, o que impossibilitou o ex-presidente de concorrer nas eleições, garantindo assim a eleição de Bolsonaro. Tudo isso é obra do STF. Será que a esquerda e o PT esqueceram isso tudo? Continuarão apoiando mais arbitrariedades e ilegalidades do STF contra o País, só porque seria -supostamente- contra a direita?

STF e governador Zema contra os trabalhadores

Enquanto o STF condenava o deputado Daniel Silveira, de maneira discreta, o ministro Roberto Barroso fazia outra loucura que vai no mesmo sentido. Ele recebeu um pedido do governador de Minas Gerais, Zema (NOVO), para anular uma decisão da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Nada a ver com fascismo, nem com a defesa das instituições pseudo democráticas. Mas porque a Assembleia aprovou um aumento para os funcionários públicos superior ao aumento que o governador queria dar aos funcionários. Sentindo-se um deus, Barroso autorizou Zema a não pagar o reajuste. Agora, quem define aumentos de salário no Brasil é o STF.

Nem eleições, nem instituições barram o fascismo

Um tema dentro do debate sobre o STF deve ser colocado para os antifascistas. Toda essa briga do STF com Bolsonaro é por causa das eleições; enquanto isso estão montando um regime autoritário. Esse é o método deles.

Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e nenhuma eleição vai derrotar o fascismo. Hitler não ganhou eleição, se fez com os votos dos partidos “democráticos” e “humanistas” na Câmara. Mussolini também.

Significa que quando a burguesia decidir que os fascistas vão tomar conta do País os que acreditavam que o STF e as eleições podem conter o fascismo vão ficar sem nada porque isso tudo vai estar a serviço do da burguesia.

Só o povo derrota a extrema-direita e o fascismo

Os únicos que podem derrotar a extrema-direita e o fascismo são os trabalhadores. Todos os golpes na América Latina foram derrotados assim. Na Bolívia foi a ação dos trabalhadores, na Venezuela as tentativas de golpe fracassaram pela mesma força social.

Não foi a justiça que parou o golpismo. O STF está a serviço do imperialismo. Sabendo disso, quando eles falam que vão controlar o golpe, a extrema-direita, usando o Alexandre de Moraes, é uma farsa.

Por outro lado tem a luta dos trabalhadores. Se estão desesperados a ponto de apoiar qualquer medida abusiva em nome de combater os fascistas, porque não mobilizar os trabalhadores?

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