Frente única com o imperialismo

O peleguismo internacional da CSP-Conlutas

A CSP-Conlutas, organizadora de derrotas da classe trabalhadora brasileira tentará trazer esses ensinamentos de como ser pelego de nazista da Ucrânia
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O PSTU está aparecendo no cenário político como um partido mercenário a serviço do imperialismo, engrossando a quinta-coluna e cometendo erros históricos durante o 1º de maio  de Maio: ida à Ucrânia e ato isolado, à margem, na Praça Ramos, contra a candidatura Lula e unificação da esquerda.

A central sindical do PSTU, a CSP-Coluntas, está adicto e se apaixonou pelo cliente. Não bastava fazer atos de rua em favor dos nazistas ucranianos, era preciso ir até o palco de uma provável guerra prolongada.

De acordo com o informativo Mundo Sindical: “A CSP-Conlutas faz parte da iniciativa da Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Lutas de envio do Comboio de Apoio à Resistência Ucraniana e no país, exatamente em Lviv, na última sexta-feira (29).”

O comboio de apoio ao regime nazista de Kiev, levou 800 kg de alimentos não perecíveis e se reuniu com Yuri Petrovich Samoilov, figura conhecida na Ucrânia como pelego de nazista, que sobreviveu no país marchando ao lado do imperialismo.

Esse pelego, além de ter participado do golpe de 2014, foi poupado na época dos massacres aos sindicatos, numa onda de ataques a sindicalistas (o caso da Casa dos Sindicatos em Odessa num 1º de Maio é o mais conhecido).

A função de Samoilov é servir como bandeira falsa para as intenções espúrias do regime político, assim como a CSP-Conlutas, que atua para confundir os trabalhadores brasileiros. O que era folclórico, já não é mais: frente única com nazistas e sindicalistas da Open Democracy.

Foi relatado da viagem praticamente nada (conforme é possível ver nas redes sociais da CSP-Conlutas), apenas que levaram 800 kg de alimentos como fazem os filantropos, não tem sem agenda para os trabalhadores, não têm relatos dos acontecimentos, não ocorreu absolutamente nada além de uma visita filantrópica, pelo que se vê nos meios de comunicação próprios da Conlutas e do PSTU.

Outro acontecimento é o ato de 1º de Maio. Com a finalidade de se isolar da classe trabalhadora (só pode ser isso), a CSP-Conlutas decidiu realizar ato separadamente das demais “centrais sindicais”, ou da central sindical, a CUT. Essa é mais uma demonstração de que o PSTU efetivamente trabalha para o imperialismo e defende os interesses dos patrões, se escondendo na Praça Ramos.

A convocação que a CSP-Conlutas fez tem motivação óbvia: a presença de Lula no Pacaembu, onde se realizou o ato da CUT e das chamadas “centrais”. Isso coloca definitivamente a CSP-Conlutas no mesmo patamar da direita golpista, que fez ato na Avenida Paulista, contra Lula e contra a esquerda.

Com esse 1º de Maio, a CSP-Conlutas se colocou na vanguarda da marginalidade e escancarou sua política contra os trabalhadores. Diz a nota da CSP-Conlutas: “Os atos do Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores e Trabalhadoras realizados pela CSP-Conlutas, no domingo (1º), reivindicaram a tradição classista, independente e internacionalista que marca a data. Nas cidades em que a Central colocou seu bloco na rua, a solidariedade às mobilizações da classe trabalhadora brasileira e internacional deram o tom aos protestos. Frente à escolha da CUT e demais centrais sindicais que, em alguns estados como São Paulo, decidiram realizar atividades em conjunto com representantes patronais, visando apenas as eleições de outubro, a CSP-Conlutas fez questão de trazer à tona o espírito de origem do 1º de Maio e a importância da organização para enfrentar a exploração capitalista”.

A política de avestruz da CSP-Conlutas não é a de utilizar a mobilização em torno dos trabalhadores, a fim de expor suas bandeiras de lutas, mas apenas fazer uma atuação sectária.

A CSP-Conlutas, organizadora de derrotas da classe trabalhadora brasileira tentará trazer esses ensinamentos de como ser pelego de nazista da Ucrânia. Esse é um triste cenário no Brasil, uma entidade que se apropria de sindicatos para imobilizá-los contra o imperialismo e, no elementar, não lutar por aumento salarial, diminuição da jornada de trabalho, revogação das reformas trabalhistas do golpe de Estado entre outras bandeiras básicas, como a desse momento atual de defesa de Lula presidente.

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