Força Sindical e Conlutas contra os metalúrgicos da CSN

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Depois da mobilização que sacudiu a CSN, que passou por cima da direção pelega do Sindicato, absolutamente alinhado com os patrões, o “barão” Benjamin Steinbruch e toda a corja da direção da empresa – que só no ano passado lucrou  mais de R$13,6 bilhões – demitiu mais de 200 trabalhadores e buscou enrolar nas “negociações”.

No último dia 27, a segunda proposta miserável da empresa que sequer repunha a inflação de 2021 para todos os trabalhadores, foi fragorosamente derrotada por nossa categoria.

Mostrando que a revolta e a disposição de luta se mantém, quase 7 mil companheiros votaram e 6.569 dissemos NÃO à proposta dos patrões.

Na assembleia, não faltaram até mesmo capangas e dirigentes da Força Sindical de outros Estados (como do Paraná, onde o Sindicato aprovou a proposta) que esperavam ver se havia condições de aprovar o acordo e apresentá-lo, falsamente, como uma vitória.

Com a votação, deixamos claro – uma vez mais – que não estamos dispostos a aceitar as migalhas, o arrocho salarial que a CSN quer manter e tampouco a demissão de nossos companheiros que participaram da luta.

Sabotagem

O esquema da diretoria pelega do Sindicato, buscou impedir uma mobilização geral dos trabalhadores. Para isso contou com o apoio dos “conselheiros” do PSTU/Conlutas e do PCdoB/CTB que, a todo momento, buscaram evitar que o movimento “extrapolasse” e se opuseram a uma paralisação total, ou seja, a uma greve de verdade, que ameaçasse os lucros dos patrões.

Isso quando o resultado e toda a experiência da recente mobilização, não deixa dúvidas que é preciso organizar por uma paralisação total da Usina Presidente Vargas, fazer o mesmo chamado aos trabalhadores da CSN nas outras unidades e exigir do sindicato a convocação de uma assembleia geral, aberta a todos os trabalhadores metalúrgicos da região, para unir as forças de toda a categoria.

Jogo de cena

Os que se opuseram à greve total, fazem jogo de cena e alimentam ilusões.

A diretoria do Sindicato pediu o adiamento de um mês da vigência do atual acordo coletivo (até 31/5), com o que a empresa concordou para tentar esfriar os ânimos. Somente no dia 11/5 é que a diretoria publicou Boletim anunciando – em um jogo de cena – que “Se a CSN não retomar as negociações imediatamente, seus diretores, unidos aos trabalhadores da empresa, vão partir para greve”.

Querem fazer crer que a empresa – sem greve, sem luta – irá apresentar uma proposta que atenda aos interesses dos trabalhadores; o que nunca aconteceu.

Ao mesmo tempo, setores ligados à Conlutas/PSTU e CTB/PCdoB anunciaram, dias atrás, decisão liminar da Justiça reintegrando apenas 9 dos mais de 200 demitidos (membros da Comissão eleita em assembleia para participar da negociação representando os trabalhadores e realizaram um pífio ato em frente ao escritório da CSN, em São Paulo, no qual vetaram a participação de metalúrgicos ativistas da oposição Luta Metalúrgica, mesmo tendo levado cerca de uma dúzia trabalhadores de Volta Redonda para a atividade. Esses setores, que se opuseram à greve total – como fazem há anos -, querem vender a ilusão de que a Justiça irá resolver a situação em favor dos trabalhadores.

Atropelar os enroladores

Tudo o que aconteceu nas últimas semanas, deixou mais do que claro que nossas reivindicações não serão atendidas por meio de um entendimento harmonioso com a CSN e, tampouco, através do judiciário, há anos submisso à vontade dos “barões” Steinbruch. 

É hora da greve total! Somente assim será possível conquistar a participação dos representantes eleitos pelos trabalhadores na comissão de negociação e impedir que a categoria, mais uma vez, seja vendida por “30 moedas” pelos sindicalistas-Judas da Força Sindical.

É preciso criar e reforçar os comandos de base; organizar reuniões e assembleias nos setores, nos bairros… onde for preciso para garantir a participação dos trabalhadores e que sua voz se faça ouvir.

Por meio da luta, conquistar que todos os demitidos sejam reintegrados, junto com a estabilidade no emprego para todos, além dos 30% de reposição salarial, PPR de R$ 10 mil para todos os trabalhadores, volta do plano de saúde pago pela empresa e da jornada máxima de 6 horas diárias e 30 horas semanais.

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