Campanha nas ruas

Construir Comitês de Lutas nas Universidades

A direção do ANDES-SN busca se colocar à esquerda do PT no discurso, mas no plano concreto da prática sindical evidencia uma política capituladora e pelega

Diante da política de destruição das Universidades públicas brasileiras desde o golpe, com cortes orçamentários que ameaçam a sua manutenção mais precária, a completa falta de investimentos públicos em pesquisa e extensão, os salários de servidores congelados, o aumento da carga de trabalho, a perseguição política a servidores e estudantes etc., a direção do ANDES-Sindicato Nacional (PSOL-Conlutas-PCB etc.), nestes três anos e meio do ilegítimo governo Bolsonaro, fez da entidade um sindicato inoperante, contemporizando de maneira bovina com a propaganda burguesa do “fique em casa” durante a pandemia, colocando a atividade sindical em recesso.

A direção do ANDES-SN busca se colocar à esquerda do PT no discurso, mas no plano concreto da prática sindical evidencia uma política capituladora e pelega, especialmente após o golpe de Estado que pôs a nu o papel político da esquerda pró-imperialista.

Mesmo diante da disparada da inflação não há uma verdadeira campanha pela reposição das  perdas salariais, contra o corte de verbas, por novos concursos etc. 

Essa direção assumiu uma posição direitista, na contramão da necessidade da categoria e de todos os trabalhadores, quando, ao invés de participar da luta contra o golpe de Estado, ficou do lado da direita golpista, defendendo o “Fora Dilma, Fora Todos”.

Essa burocracia se sustenta em uma encenação, em um radicalismo de araque que – na prática – se concretiza como uma posição comum à direita golpista, o antipetismo.

Para tentar encobrir sua paralisia, também lançam mão da ideologia identitária, procurando colocar as questões de sexo e raça (de forma artificial), por exemplo, acima da luta geral dos trabalhadores e da defesa da unidade da categoria para derrotar a ofensiva da direita.

Com a frente ampla contra Lula,  PSOL, PCB, UP e PSTU, partidos que se mantêm na direção do Andes, defenderam com unhas e dentes a unidade com esses setores golpistas, como o próprio PSDB, MBL etc. Colocaram na defesa da participação desses inimigos do povo no movimento Fora Bolsonaro que levou centenas de milhares de pessoas às ruas. Não conseguindo apoio para essa política (amplamente rejeitada pelo ativismo de esquerda), acabaram por esvaziar o movimento.

Essa política de “unidade” com setores da direita, golpistas, fascistas etc. é adotada, segundo esses dirigentes, em nome da luta contra o fascismo.

Estes mesmos partidos, no entanto, se recusam a apoiar a campanha do único candidato de esquerda capaz de derrotar Bolsonaro e toda a direita nas eleições: o ex-presidente Lula.

Se a política direitista da direção “de esquerda” do ANDES encontra ressonância na parcela mais reacionária da base, de direita ultra-liberal que defende a privatização (a destruição) do ensino público, é preciso que o ativismo de esquerda se mobilize em uma ampla campanha em defesa das nossas reivindicacões mais sentidas (reposição salarial, vebas etc.), por Lula Presidente, por um governo dos trabalhadores e pela Universidade pública para todos, a serviço do povo!

Para isso, é fundamental construir em todo o País, milhares de Comitês de Luta,   começando pelas universidades, unindo docentes, estudantes e trabalhadores em geral.

É preciso levar a campanha para as ruas, fazer dela uma tribuna de luta pelas reivindicações populares e por Lula presidente, por um governo dos trabalhadores, sem golpistas e sem patrões.

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