Como a direita, o PSTU também tem seu capitão

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O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU), lançou a pré-candidatura do capitão Vinícius de Sousa para governador do Espírito Santo. Na sua propaganda, o partido que defendeu o golpe contra Dilma Rousseff (PT) caracterizou o policial militar como lutador do povo e militante revolucionário, por conta de uma suposta militância com Policiais Antifascistas.

Essa política tem sido adotada seguidamente pela esquerda, como o PSOL que lançou um coronel como vice-prefeito na cidade do Rio de Janeiro; e o PT que lançou em Salvador uma candidata a prefeita que é capitã da PM.

O capitão tem o típico histórico de candidatos carreiristas burgueses, passando por partidos da direita que foram e ainda são financiados por grande capitalistas e defensores da extrema-direita.

O REDE Sustentabilidade da golpista Marina Silva, que recebe “doações” volumosas do magnata George Soros, através da Open Society – organização imperialista e golpista mundial que também financia setores do PSOL. E Patriotas, antigo PEN, apoiadores de Bolsonaro, neoliberal, por onde passaram Arthur Do Val (o “Mamãe Falei”), e Cabo Daciolo.

Após esta consideração, é preciso afirmar: ao menos faz sentido o PM que fez parte da coalizão golpista da direita, ir para o PSTU, partido golpista da esquerda.

Mas por falar em outros candidatos PMs (no caso do PT da Bahia), vale a pena confrontar as declarações do PSTU.

Vamos começar pelo caso da candidata PM da Bahia:

“O PT apresenta à prefeitura de Salvador uma candidata negra para passar a imagem de que a pauta das mulheres e dos negros estão presentes em seu projeto de governo, mas a verdade é bem diferente! Depois de 14 anos do PT à frente do governo, somos um dos Estados mais machistas e racistas do país. Se o Brasil é um dos países mais violentos e inseguros para uma mulher viver, principalmente para mulheres negras, o Estado da Bahia, com os governos do PT, contribuíram para isso!”.

Um ataque aberto a colocar uma candidata da PM que, teoricamente, lutaria pelas mulheres dentro e fora da corporação. Mas sobre o atual pré-candidato do PSTU, a matéria de um jornal regional não consegue demonstrar as ações deste junto ao povo, a não ser ir nos atos e fazer declarações no WhatsApp.

“De acordo com reflexões que o capitão Vinicius faz em grupos de WhatsApp que participa, a sua candidatura tem como objetivo fortalecer a construção de um Pólo Socialista e Revolucionário no Espírito Santo. E que pretende se propor a ocupar um espaço que existe para uma alternativa revolucionária e crítica ao atual sistema político em vigor. Ele entende que há necessidade de superar o sistema capitalista em vigor, por ser a essência dos problemas e contradições da democracia limitada que o país proporciona”.

Tradicionalmente os pelegos morenistas apoiam os movimentos dos agentes repressivos, classificando-os, erroneamente, como “trabalhadores da segurança pública”, pedindo melhoria nas condições de “trabalho” para que os agentes reprimam mais. Sendo esta posição historicamente anti-marxista. Esses candidatos, no PSTU, no PSOL ou no PT não representam os trabalhadores, representam a repressão do Estado e a capitulação da esquerda diante dela.

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