Barracas sim, moradia digna não!

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Mais uma daquelas que somente os políticos muito demagogos sabem fazer. A Secretária Municipal de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo, Soninha Francine (Cidadania), está propondo criar campings para acomodar moradores em situação de rua. 

A ex-vereadora diz que o projeto não é dela, mas uma “demanda dos diversos movimentos”. “Não é uma novidade, não é uma ideia atrevida da minha cabeça, é uma demanda que vem de diversos movimentos da população em situação de rua”.

Portanto, no lugar de políticas públicas para garantir moradia digna para todos, em especial para os moradores de rua, a prefeitura da maior cidade do País recorre ao expediente de criar áreas de camping, que em nada resolve o grave problema estrutural da moradia e nem mesmo minimiza a tragédia cotidiana vivenciada pelo enorme contingente humano que “habita” as ruas da cidade. É nada mais do que tirar as pessoas da rua e escondê-las em barracas.

Lobão e Rede Globo, Não! 

Os cantores Iza e Emicida se declararam contrários a cantar a música “Vida Louca, Vida”, de autoria do cantor Lobão, que liderou, entre os artistas, uma campanha grotesca e de ataques direitistas contra a esquerda, os governos petistas, em particular contra o governo da presidenta Dilma Rousseff, à época do impeachment fraudulento.

A música seria tema de abertura da nova novela das sete, “Cara e Coragem”, da golpista TV Globo, que ainda nem estreou. 

O motivo para a recusa é óbvio: os artistas não querem ser vinculados ao escroque Lobão, autor da música “Vida louca, vida” por divergências políticas.

Bolsonaro, Guedes e a derrubada do salário mínimo

O presidente impostor Jair Bolsonaro é o primeiro mandatário a deixar o salário mínimo valendo menos do que quando entrou. Os cálculos indicam uma estimativa de perda de 1,7% no poder de compra e queda no piso de R$1.213,84 para R$1.193,37 até dezembro de 2022. A baixa, contudo, ainda pode ser maior se a inflação acelerar mais do que o previsto pelo mercado.

Desde 1994, nenhum dos governantes, neste período, entregou um mínimo que tivesse perdido o poder de compra, embora seja de conhecimento e triste lembrança dos trabalhadores o desastre que foi para a população pobre do País o governo do entreguista FHC (1994-2002), o sociólogo neoliberal privatista que destruiu a economia nacional e os ataques contra os direitos trabalhistas, do governo Temer e de toda a direita golpista, que aprovaram a “reforma” trabalhista.

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