Banqueiros lucram bilhões com arrocho salarial sobre bancários

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Os resultados dos lucros dos maiores bancos em solo nacional revelam o quanto os  trabalhadores e a população em geral estão sofrendo para que meia dúzia de parasitas do sistema financeiro usufruam de uma gigante riqueza às custas do sofrimento do povo.

Segundo a Consultoria Economática, quatro bancos “brasileiros” estão entre os dez mais rentáveis do mundo, pela ordem, Itaú, Santander Brasil, Banco do Brasil e Bradesco. 

Não é à toa o resultado desses bancos para o primeiro trimestre deste ano. O Bradesco anunciou um lucro líquido ajustado de R$ 6,82 bilhões, alta de 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Na sequência e também para o mesmo período comparativo, o Itaú/Unibanco registrou um lucro de R$ 7,361 bilhões, um crescimento de 15%. Já os banqueiros imperialistas espanhóis em solo brasileiro, Santander, obtiveram um lucro líquido de R$ 4 bilhões, alta de 1,3%. e o Banco do Brasil, um resultado de R$ 6,6 bilhões de lucro líquido, um recorde de estratosféricos 34%.

Enquanto os banqueiros lucram bilhões, os bancários amargam o arrocho salarial e as demissões  em massa e a população paga uma taxa de juros extorsivos e uma cobrança de tarifas de serviços nas alturas.

As demissões em massa, promovidas pelos banqueiros no último período, estão ocorrendo em todo o país. Os cortes na categoria representam uma política sistemática dos bancos e, no período da pandemia, se intensificaram. De acordo com levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), na categoria bancária, cerca de 36 mil trabalhadores perderam os seus empregos, com o fechamento definitivo de 15,4 mil postos de serviços, somente na pandemia. A maior redução se deu no Bradesco, que fechou 9967 postos de trabalho. Além dessa enxurrada de demissões, os bancos foram responsáveis pelo fechamento de 2.351 agências bancárias em todo o território nacional.

É necessário organizar, imediatamente, uma verdadeira campanha salarial. Como se tem visto nos últimos anos, os banqueiros sequer respeitam o que eles mesmo assinam. Uma campanha salarial real deve estar amparada na ampla mobilização unitária da categoria, com a constituição de comitês de luta por local de trabalho e bancos, com a realização de plenárias e assembleias, com panfletagens massivas nos locais de trabalho e por um congresso da categoria que seja o mais amplamente participativo, entre outras ações que venham a contribuir com a mobilização. 

É preciso para isso ter bem definido (pauta será aprovada no  Congresso de junho próximo),  quais os eixos fundamentais da campanha, que no entender da Corrente Nacional Bancários em Luta/PCO deve ser a reposição imediata de 50% nos salários, o gatilho salarial toda vez que a inflação atingir 3% e a estabilidade no emprego.Ao mesmo tempo, é fundamental que a campanha esteja associada à candidatura de Lula, por um governo dos trabalhadores e pela estatização do sistema financeiro, como forma de utilizar os trilionários recursos dos bancos roubados dos trabalhadores e da população para promover um efetivo desenvolvimento nacional.

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