A arte sob um ponto de vista do materialismo dialético

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O programa Arte e Revolução exibido na COTV às terças, às 19h, teve no último dia 10 de maio seu terceiro episódio. O tema foi a “Esquerda no Movimento Modernista”, representado principalmente na figura de Oswald de Andrade.

O poeta e escritor, que na sua primeira fase era um pequeno especulador do Café, termina sua trajetória como militante do Partido Comunista, e nesse percurso produziu brilhantes obras e contribuições para a cultura nacional.

O programa é apresentado por Henrique Áreas, coordenador do coletivo GARI (Grupo por uma Arte Revolucionária e Independente), do PCO, conduzido pelo presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, e tem a participação do professor Antônio Vicente e da também dirigente do partido, Natália Pimenta.

Entre outras coisas, o programa mostra a importância dos manifestos “Pau-Brasil” e “Antropofágico” por seu caráter revolucionário. O Modernismo brasileiro, que se inicia oficialmente em 1922, num primeiro movimento de revolta, liquida com a herança literária e estética anterior, inaugurando um novo período que vai culminar na Revolução de 30.

O episódio também quebra os argumentos identitários e/ou vazios contra o Modernismo e principalmente a Semana de Arte Moderna de 1922. Os jovens artistas revolucionários que produziram o festival mais importante da história da arte brasileira são acusados de “elitistas”.

No programa, podemos entender com profundidade e sem moralismo, que na Arte, como em outros aspectos sociais, os recursos materiais são primordiais. Esta é a pérola do programa: a análise materialista dialética histórica da Arte.

Não se pretende hierarquizar a capacidade técnica ou o talento entre as classes sociais, mas elucidar os motivos objetivos que puseram aquelas pessoas em destaque naquele contexto. Além de defender a genialidade que a cultura brasileira é capaz de gerar, não nos deixando atrás de artistas estrangeiros. Aliás, a partir do Modernismo o Brasil passou a exportar arte. Na época do antropofagismo, a tendência era “se alimentar” da arte mundial a fim de produzir arte brasileira com o que havia de mais inovador de dentro e de fora, afirmando assim, paradoxalmente, o caráter nacionalista das produções. O conteúdo revolucionário foi preenchendo as novas maneiras de fazer artístico. Passando pelos manifestos citados acima e chegando ao jornal O Homem do Povo, é inegável a postura revolucionária do Modernismo brasileiro.

Para aprender mais e se unir à discussão, assista na Causa Operária TV, aos programas da série Arte e Revolução.

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