Em MG, PT busca aliança com prefeito algoz dos educadores

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Articulações políticas de olho nas eleições gerais de 2022 estão em franco desenvolvimento. E parecem não obedecer nenhum outro critério, exceto garantir a eleição ou reeleição, custe o que custar.

Em Minas Gerais, o atual prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD) costura uma aliança com o PT. Ele já renunciou para concorrer ao governo do Estado, que tem como principal concorrente o neoliberal direitista Romeu Zema (Novo), candidato à reeleição. 

A gestão de Kalil frente a uma das mais importantes cidades do País em nada difere das demais administrações país afora. Recentemente, a Guarda Civil Municipal (GCM) – comandada pelo prefeito – atacou com a já costumeira violência, uma mobilização de professores do município, distribuindo bombas, gás de pimenta etc. Na ocasião, os professores realizavam um protesto reivindicando o cumprimento da legislação que estabelece o piso nacional do magistério.  

Fica a pergunta: O PT irá dividir o palanque eleitoral com o candidato algoz dos professores mineiros?

Até onde é possível ir na campanha de perseguição?

A revista Veja, símbolo do que há de pior no jornalismo nacional, parece já não saber mais o que fazer para atacar a imagem e a trajetória do ex-presidente Lula. 

A revista está neste momento com suas baterias voltadas contra a noiva de Lula, Rosângela. O jornalismo esgoto de Veja publicou matéria veiculando informações sobre supostas dívidas de Janja com o fisco, a Dívida Ativa e até mesmo dívidas relacionadas ao pagamento de taxa de condomínio.

Ou seja, fatos absolutamente comezinhos da vida de qualquer cidadão brasileiro (dívidas em atraso, seja lá de que natureza for) são trazidas à luz do dia para uma campanha de exploração negativa da imagem, com o propósito indisfarçável de atingir, aqui nesse caso, o ex-presidente Lula. É o desespero que bate à porta da burguesia diante da real possibilidade de vitória do candidato representante do povo trabalhador brasileiro.

Mais um assassinato para a conta da PM paulista

Em Brasilândia, Zona Norte da capaital paulista, um  homem negro foi assassinado friamente diante de sua esposa e filhos, depois de reagir a uma abordagem violenta da PM paulista. Mesmo depois de imobilizado, o homem levou três tiros à queima roupa, vindo a falecer no local. 

Os disparos foram feitos por policiais que chegaram em uma outra viatura. Trata-se de mais um caso não somente de abuso de autoridade, mas reforça o modus operandi da ação policial em São Paulo, onde as vítimas são, em sua maioria, homens negros, adolescentes e adultos, moradores das zonas periféricas da cidade.  

Em nota, a Corregedoria de Polícia do Estado disse que “todos os procedimentos legais serão instaurados para investigação e posterior conclusão, com as devidas responsabilizações”. Uma farsa, pois a maioria desses crimes sempre ficam impunes, ou os processos perdidos nas gavetas burocráticas da corporação. 

É necessário exigir a dissolução dessa máquina infernal de guerra que são as polícias em todo o País, criminosos que executam friamente a população pobre e explorada.

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