Uma esquerda que se orgulha de trabalhar para Etchegoyen

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Ao menos três figuras que se dizem “de esquerda” — Juliane Furno (Consulta Popular), Guilherme Boulos (PSOL) e Bruna Brelaz (UNE/PCdoB) — vieram a público no último período para apoiar explicitamente o Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa (IREE) e seu presidente, o empresário Walfrido Warde.

Boulos, que disse ter orgulho de ser “amigo” de Walfrido Warde, ainda celebrou o fato de ter ganho uma coluna no portal do IREE. Já Juliane Furno, no final de 2021, se disse “muito orgulhosa” e “imensamente honrada de estar no IREE”. Bruna Brelaz, na mesma época em que se encontrava com Guilherme Boulos e Manuela D’Ávila (PCdoB), publicou uma foto sorridente ao lado de Walfrido Warde.

Acontece que os vínculos com o IREE não são motivo de “orgulho” algum da esquerda. Pelo contrário: não só são motivo de vergonha, como escancaram uma verdadeira conspiração contra o povo que deveria defender. O IREE, além de ser presidido por um empresário defensor da Operação Lava Jato, é também dirigido por figuras como Raul Jungmann, ex-ministro da Defesa do governo de Michel Temer (MDB), Sérgio Etchegoyen, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional do governo Temer e Leandro Daiello, ex-chefe da Polícia Federal. Fora isso, possui parcerias com a think thank Global Americans, uma ONG especializada em articular golpes de Estado no mundo e que recebe financiamento do Departamento de Estado norte-americano.

O “orgulho” em trabalhar para o IREE é o “orgulho” de ser um capacho do imperialismo. Isto é, de ser cúmplice dos maiores crimes da história recente da humanidade: a guerra no Afeganistão, os golpes militares na Bolívia e em Honduras, o assassinato de Muammar al-Gaddafi, a predação total no Haiti e, claro, a pilhagem no Brasil.

Brelaz, Boulos e Furno não são os únicos a se dizerem “de esquerda” e serem anunciados pela imprensa burguesa como tais, ao mesmo tempo em que rastejam aos pés do imperialismo. São os representantes do que vem sendo chamado de “nova esquerda”: políticos artificiais, criados em laboratório, que se infiltram na esquerda para defender abertamente os interesses dos bancos, como é o caso do recém-eleito presidente do Chile, Gabriel Boric.

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