Retomada das mobilizações

Organizar o ano de lutas contra a terceira etapa do golpe

Vamos à luta, por armar, política e organizativamente, o ativismo de todo o País (e até no exterior) para fazer de 2022, um ano de lutas e vitórias contra a terceira etapa do golpe
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O ano de 2021 terminou em meio a uma gigantesca crise econômica e, em decorrência dela, uma brutal crise política do conjunto do regime golpista.

Com o País em recessão, a direita golpista começa o ano eleitoral, mais dividida do que nunca. O candidato da esquerda está disparado na frente nas pesquisas eleitorais, sem que ela tenha conseguido ainda projetar – com chances reais de vitória – seu candidato. Um candidato da “terceira via” que possa ser uma alternativa à possibilidade sempre presente de reeditar o apoio dado, a contragosto, a Bolsonaro em 2018, para evitar a vitória do candidato substituto de Lula, Fernando Haddad.

Não são apenas as perspectivas eleitorais que são sombrias para a direita. Essas são passíveis de serem manobradas por meio de golpes e fraudes (como a armação com as urnas eletrônicas encomendas aos “amigos”, como mostra reportagem na pág. A5) . O agravamento da crise econômica em todo o Mundo, faz crescer as pressões sobre a economia brasileira, cada vez mais dependente do mercado mundial, por conta da política de submissão dos governos golpistas de Temer e Bolsonaro, apoiados por toda a direita. O acentuamento da guerra comercial e as tendências de guerras e conflitos provocados pelo imperialismo com a China – por exemplo – principal parceiro comercial do Brasil, colocam a situação de instabilidade atual em uma perspectiva nada promissora.

Mas, sem dúvida alguma, o grande temor da burguesia neste momento, são as tendências explosivas no sentido de uma revolta popular, de um enfrentamento do povo com a direita e a sua ofensiva que, nos últimos anos fez o País recuar em décadas na sua economia e em quase um século nas condições de vida da imensa maioria do povo brasileiro, com recordes de fome, desemprego e uma expropriação salarial nunca vista.

Não por acaso, o ano terminou com proibições de festas de rua nas principais capitais, e anúncio de que em muitos lugares pretende-se proibir o carnaval.

Querem impedir que o povo se manifeste. Porque suas manifestações são cada vez mais gritos de guerra contra o governo (“Fora Bolsonaro!”), que a burguesia quer sustentar até o final e, se preciso, diante de outra alternativa, melhor para eles, reeleger.

Depois de um ano de importantes mobilizações, sabotadas pela covardia de setores da esquerda “devotos” da frente ampla com a direita golpista, mais do que nunca a questão da mobilização popular mostra-se como decisiva. É a única capaz de conter a ofensiva da direita em questões fundamentais e até mesmo de defender a vida do povo ameaçada (como nos casos da pandemia, da fome, das enchentes etc.) e de abrir caminho para uma vitória, inclusive, no terreno das eleições. Essa não acontecerá sem um enfrentamento com a direita, sem mobilização popular.

A direita sabe disso e age para tentar sabotar essa vitória e até mesmo para controlar a candidatura da esquerda buscando impor – contra a vontade manifesta das bases – um vice direitista e golpista para Lula. Um novo e piorado Michel Temer, na figura do nefasto ex-governador de SP e ex-presidente do PSDB, Geraldo Alckmin.

A esquerda classista, precisa cada vez mais se fazer consciente dessa situação e agir. Com firmeza, determinação organizar a necessária mobilização popular, pelas reivindicações dos explorados, pelo fim do regime golpista e por Lula presidente, por um governo dos trabalhadores, sem patrões e sem golpistas.

O momento é de preparar essa retomada das mobilizações. Realizar as plenárias estaduais do Bloco Vermelho, ampliar a discussão do programa de lutas aprovado na Plenária Nacional Fora Bolsonaro e Lula presidente, em novembro passado, iniciar a convocação de novos atos de rua, a começar pelo Rio de Janeiro em fevereiro, em defesa do carnaval e das manifestações do povo, pelo atendimento imediato das questões mais sentidas diante da fome, das enchentes, da pandemia, do desemprego e em apoio a Lula presidente.

Por isso, o PCO, o partido da luta contra o golpe e de defesa da candidatura de Lula, por um governo dos trabalhadores, começa o ano impulsionando uma série de atividades, como a Conferência Sindical Nacional, nos dias 15 e 16 próximos (leia na pág. B3), e as Conferências da Juventude (AJR), Negros e Mulheres, na sequencia.

Iniciamos também com uma grande campanha de assinaturas desse que é o maior e mais combativo órgão da imprensa socialista; com o objetivo de que ele chegue às mãos de dezenas de milhares de trabalhadores, no próximo ano. E seja uma ferramenta fundamental na sua luta.

Vamos à luta, por armar, política e organizativamente, o ativismo de todo o País (e até no exterior) para fazer de 2022, um ano de lutas e vitórias contra a terceira etapa do golpe.

Um bom ano novo de lutas, para todos os leitores de Causa Operária!

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