O novo código penal do PSTU

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O PSTU apoiou o golpe de Estado de 2016 com a desculpa de que não havia golpe. Apoiou abertamente, diferente do PSOL que no impeachment, limpou a superfície da sua posição, tendo porém apoiado quase todas as etapas do golpe. Para o PSTU, o resultado foi uma crise que deixou o partido praticamente moribundo. Agora, publicaram uma matéria sobre Alckmin dizendo que se a vítima não reconhece o crime, não há crime. Pior do que um contorcionismo, é um equívoco grave para um partido identitário, pois muitas vezes, a vítima se submete ao algoz. A maior parte das mulheres que sofrem violência doméstica aceitam a situação, uma coisa muito comum. Significa que não houve crime?

Concepção ingênua

O PSTU disse, em matéria publicada recentemente, que os defensores de Lula e ativistas da luta contra o golpe, como o PCO (não citado nominalmente), ficaram numa situação difícil após o PT abraçar Alckmin. Isso é falso, mas é uma concepção ingênua que vigora em muitos setores da esquerda.

A política não seria uma luta complexa, que se dá em vários aspectos e demanda certa paciência, de acordo com estes setores. É um equívoco porque não se trata de um ganho imediato mas, em primeiro lugar, da evolução da consciência das massas trabalhadoras, dos ativistas da esquerda, o que é ainda mais importante para um partido revolucionário e não se desenvolve do dia para a noite.

Fazer evoluir a consciência das massas

Para fazer evoluir a consciência, é necessário fazer evoluir a compreensão das pessoas. A esquerda tem uma política de acusar todo mundo, como temos visto, por exemplo, quando um operário que por algum motivo desconfia das vacinas.

Insensível, a esquerda defende que esse trabalhador seja posto na rua da amargura por não querer vacinar-se. Daí defende o passaporte da vacina e outras medidas autoritárias como se fossem educativas, para forçar este trabalhador a indispor-se contra sua liderança religiosa. É uma política autoritária, não de esquerda. O correto é considerar a posição e apresentar os argumentos, não impor seu dogma.

Participar da luta das massas

O PCO tem atuado na situação política como quem quer impulsionar uma luta real, que está acontecendo. Assim deve portar-se o partido revolucionário, participando da luta das massas, que o fazem de acordo com seu nível de consciência, ainda que o objetivo do partido esteja bem à frente.

Participar da luta por conquistas econômicas tais como salários, reforma agrária etc. Os revolucionários devem apoiá-las, mesmo sabendo que são infrutíferas do ponto de vista do resultado. Devem lutar para que as lutas populares sejam vitoriosas e bem sucedidas, afinal isso também é experiência e parte do aprendizado para os trabalhadores na luta de classes. 

A eleição de Lula e a luta das massas

No Brasil, as amplas massas populares querem um governo Lula eleito este ano. Ainda que eleger Lula não resolva tudo, pode possibilitar um conjunto de outras ações que permitam uma evolução positiva. Ganhos efetivos, inevitavelmente, só ocorrerão quando os trabalhadores estiverem no poder e a burguesia for expropriada.

Participamos da luta pela eleição de Lula tendo em vista esse objetivo. O critério é fazer as massas avançarem, ganho que não se pode obter na luta contra a corrupção, ainda que uma parcela das massas (setores da pequena burguesia) achem que sim. Já a mobilização pela reestatização e o fim das privatizações, uma campanha salarial, com Lula, se desenvolverá em condições favoráveis a essa luta.

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