A questão do negro é explosiva, e é lá que se deve dar a campanha Lula presidente

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Uma questão central que precisa ser discutida no interior do movimento de luta contra golpe e pela candidatura de Lula é a necessidade dessa campanha avançar para os meios populares, para os bairros, favelas e comunidades, onde há a maior concentração de negros e trabalhadores.

Trata-se de um aspecto fundamental, mas que foi abandonado pelas lideranças de esquerda que organizaram as manifestações do ano de 2021 pelo Fora Bolsonaro. Não só foi abandonado, como uma política oposta a esta foi adotada, que foi a infiltração de elementos da direita golpista nos atos, como Ciro Gomes e o PSDB.

Quando se cogitou o nome de Alckmin para a composição da chapa com Lula, um protesto se levantou, já que o PSDB, a direita, não tem nada a ver com as massas populares que apoiam Lula e sua candidatura.
Existe toda uma expectativa de que Lula seja eleito ainda no primeiro turno, conforme apontam as pesquisas, mas isso não passa de ilusão e, por certo, a mesma direita que deu o golpe de 2016 tem os seus planos para que o PT não volte ao governo federal. 

No entanto, para um setor da esquerda, basta esperarmos o dia 2 de outubro deste ano para que Lula seja eleito novamente e tudo voltaria ao que era antes do golpe de Estado, e portanto nada mais precisaria ser feito. A realidade, no entanto, é o exato oposto. Para que Lula seja eleito será preciso uma ampla mobilização popular ainda não vista no último período, justamente porque o povo negro, o povo trabalhador não foi convocado para tal, muito embora sua disposição de estar nas ruas seja imensa, na defesa de suas reivindicações, por Fora Bolsonaro e Lula presidente.

E essa conclusão não é uma ideia abstrata, mas o resultado da política colocada em prática pelo Partido da Causa Operária, das panfletagens, da venda da imprensa partidário (JCO), da venda da revista João Cândido, por exemplo. Em contato com o povo nas ruas, é fácil perceber que existe uma tendência à mobilização que foi estrangulada em 2021 pelas lideranças da frente ampla e da terceira via. 

Evitar que o povo negro, pobre e trabalhador participe da campanha é um remédio para que as coisas fiquem no controle dos poderosos e daqueles que buscam um lugar ao sol dentro do regime golpista, como é o caso explícito do PSOL, que já vem fazendo esforços para sabotar as candidaturas do PT e, em especial, de Lula. 

O fato é que se o povo, de carne e osso, vai às ruas se manifestar, a esquerda pequeno burguesa e suas lideranças correm o risco de perder o controle da situação. E o controle da situação significa impedir que o golpe seja derrotado. O resultado das urnas será o resultado dessa situação política geral.

As condições sociais do negro se deterioram todos os dias. Não é preciso mais os institutos de dados para que isso seja apresentado, basta uma simples caminhada nos grandes centros urbanos, nas agências de empregos, nos albergues, etc. Tudo está bem pior que antes do golpe de 2016, e esse era o objetivo: que o povo pague com sangue o luxo de um punhado de ricos. São questões reais, do dia a dia, que dão a linha de onde deve ser feita a campanha contra o golpe de Estado, por Fora Bolsonaro e Lula presidente.

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