2021: vitória das posições revolucionárias

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Matheus Vetter

No ano de 2021 a crise sanitária fez agravar a crise do capitalismo a nível mundial.As organizações dos trabalhadores que já vêm de um longo período de paralisia, literalmente entregaram os trabalhadores à própria sorte.

Os partidos políticos, por sua vez, tiveram um papel grotesco desde o início da pandemia, com uma política oficial de apoio a qualquer tipo de atrocidade levada adiante pelos governadores e prefeitos científicos. Assim como os sindicatos, decretaram o recesso das mobilizações de rua em detrimento da proliferação do vírus.

O único contraponto a toda essa política de capitulação foi o Partido da Causa Operária, que em março de 2020, quando toda a esquerda decretou lockdown, lançou-se na política de constituição de conselhos populares de saúde para enfrentar a pandemia ombro a ombro com a população, seja no âmbito sanitário, político ou econômico.

Naquele mesmo ano, nos opomos às famigeradas lives de 1º de maio promovidas pelas ditas centrais sindicais e com a participação de verdadeiros inimigos da população como Fernando Henrique Cardoso. Chamamos um 1º de Maio independente e de luta, o único ato de 1º de maio do Brasil.

Em 2021, o ano iniciou também pelo 1º de maio. Diferentemente de 2020, já havia condições para chamamos um ato de rua, no qual agrupando diversas organizações que tinham a clareza de que era preciso sair às ruas para defender os interesses dos trabalhadores contra o genocídio que estava sendo cometido contra a população. Naquela altura já estávamos em 500 mil mortos, e a esquerda nacional persistia em ficar escondida debaixo da cama.

Finalmente, o 1º de maio impôs uma ruptura no dique imposto pela esquerda e foi convocada para o dia 29 de maio uma mobilização pelo Fora Bolsonaro a nível Nacional. Essas mobilizações eram verdadeiras mobilizações de massas — segundo os organizadores, no primeiro ato, cerca de 500 mil pessoas saíram às ruas em mais de 300 cidades.

Daí em diante foram chamados atos mensais, e a política da esquerda pequeno burguesa passou de completa omissão para o estrangulamento por dentro das manifestações, colocando-a a reboque da famigerada CPI do Covid, alterando datas das manifestações, querendo impor a direita goela abaixo dos militantes o verde e amarelo, etc.

Neste sentido, para contrapor a capitulação, o PCO, em conjunto com outras organizações, lançou o Bloco Vermelho, a vanguarda da manifestação, o setor mais consciente e podemos dizer com tranquilidade o responsável por impor uma derrota a penetração da terceira via nas mobilizações, derrota tamanha que essas candidaturas até agora não conseguiram decolar. A surra que o PSDB levou na paulista e as contundentes vaias que Ciro Gomes teve que ouvir em São Paulo foram o prego no caixão que faltava para essas candidaturas.

Em novembro, o Bloco vermelho chamou a realização de uma plenária, que levantou um programa de reivindicações dos setores participantes do Bloco Vermelho e convocaram um ato para o dia 12 de Dezembro por Lula Presidente. Esse ato foi um verdadeiro sucesso e nela o que mais se ouvia era “Lula Sim, Alckmin não”.

Podemos, também, destacar a participação do companheiro Rui Costa Pimenta em canais de YouTube e no Programa Pânico. O Canal da COTV no YouTube está prestes a atingir os 100 mil inscritos, o DCO atingiu a marca de 1 milhão de leitores em 1 mês com as denúncias feitas pelo órgão sobre a relação de Guilherme Boulos com o imperialismo. Com toda certeza, a influência do PCO saltou neste ano das centenas de milhares para os milhões. Somos o partido trotskista mais influente do planeta e oriundo de um país central no continente Latino Americano.

2022 vem aí, a situação política está mais quente do que nunca. Temos carnaval, Copa do Mundo e as eleições nacionais para a presidência da República. Temos a política correta e popular, no momento de maior crise que o país já enfrentou: o caminho está aberto para a constituição de um partido operário e de massas.

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