Ômicron

Pandemia: Presidente de Gana ataca monopólio europeu

Os países ricos adquiriram mais de 80% da produção mundial de vacinas para aplicação em suas populações, em detrimento de outras regiões do planeta, como a África
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Em meio à disparada de novos casos de infecção pela cepa africana ômicron, o presidente de Gana, Nana Akufo Addo, criticou a decisão dos europeus de usar seu soro para campanhas de vacinação de reforço. Akufo condenou ainda as proibições de viagens relacionadas à variante ômicron. “A política desonrosa de nacionalismo sobre vacinas que estamos testemunhando pode potencialmente atrapalhar os esforços globais (para conter) a pandemia” (UOL, 14/12). A autoridade africana proferiu as palavras em um  discurso no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, na França. 

Os países ricos adquiriram mais de 80% da produção mundial de vacinas para aplicação em suas populações, em detrimento de outras regiões do planeta, como a África, palco nesse momento da disseminação da nova variante, que vem causando o recrudescimento de novos casos, particularmente na Europa.

África só alcançaria 70% de vacinados em 2024

Pelo ritmo vagaroso da vacinação no continente africano, a região somente poderá alcançar um nível satisfatório de imunidade (70%) depois de agosto de 2024, alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS). “Em um mundo onde a África tinha as doses e o suporte para vacinar 70% de sua população até o final de 2021, um nível que muitos países ricos alcançaram, provavelmente veríamos dezenas de milhares de mortes a menos por covid-19 a cada ano” (UOL, 14/12). As declarações são da diretora regional da OMS para a África, Matshidiso Moeti. 

O imperialismo sacrifica vidas humanas em prol do lucro e da exploração. A pandemia mundial deixou exposta a ferida da desigualdade social e econômica entre ricos e pobres, entre exploradores e explorados. 

EUA deixa sem punição assassinos de civis em Cabul

O Pentágono informou que os militares envolvidos em um ataque com drones no fim de agosto em Cabul, que deixou dez civis mortos, incluindo sete crianças, não serão punidos. O governo Talibã afirmou que era “responsabilidade dos americanos punir os culpados e indenizar as vítimas”. Nada disso aconteceu. 

Como para o imperialismo o cinismo e a desfaçatez não têm limites, o porta-voz do Pentágono, John Kirby, declarou que “não há provas suficientes para responsabilizá-los pessoalmente”, justificando, assim, a ausência de sanções para os criminosos. 

A longa presença norte-americana no Afeganistão deixou um rastro de destruição, morte e opressão sem paralelo na história de ocupações militares dos EUA na região. 

Na França, ditadura da dose de reforço ameaça 400 mil idosos

O governo francês, liderado pelo direitista Macron, anunciou que cerca de 400 mil franceses com mais de 65 anos que ainda não receberam a dose de reforço da vacina, “precisam receber a injeção de reforço, imperativamente, até 15 de dezembro, caso não queiram ter seus passaportes sanitários cancelados” (UOL, 14/12). 

É a ditadura da dose de reforço no País das liberdades democráticas e do respeito aos direitos da cidadania, ameaçados não pela extrema direita, mas pelos “civilizados democratas”.

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