“O Brasil sofre”

Lideranças sindicais por fora Bolsonaro e Lula presidente

Organizando o ato do dia 12 de dezembro, ativistas de todo o País destacam a importância da ação nas ruas
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Na atual etapa da luta política, diante do impasse da terceira via, da luta que está sendo travada pela candidatura de Lula e para que esta represente os trabalhadores, candidatura já atacada pela direita, vai ficando claro que os setores decisivos para o desenvolvimento da situação política estão localizados nos pólos, ou seja, continua sendo a polarização política entre a direita e a esquerda.

Embora a imprensa burguesa procure esconder, há uma reação e campanha permanente na esquerda pelo fora Bolsonaro e suas reivindicações incluindo o apoio a Lula, há um setor ativo que não está disposto a fazer recesso de fim de ano, esperar as eleições e nelas atuar pela frente ampla, a terceira via. 

É nesse sentido que o Bloco Vermelho, que reúne uma parcela desse ativismo e conta com o PCO, setores do PT de vários estados e do DF, diversas organizações e ativistas do movimento operário, estudantil, sem teto e sem terra, mulheres, negros etc., na Plenária realizada em São Paulo no início de novembro aprovou realizar um ato nacional no dia 12 de dezembro, na Av. Paulista, em São Paulo.

No fechamento desta edição o ato era organizado e caravanas de todas as regiões do País estavam se preparando, fazendo convocação, arrecadando finanças, panfletando, fazendo colagem de cartazes e tudo que é necessário para um representativo ato neste final de ano de tanta mobilização, mas também de sabotagem e boicote por parte da esquerda frenteamplista.

Ricardo Machado, da Corrente Sindical Nacional Causa Operária e diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, disse que “em Brasília estamos organizando caravana com companheiros de diferentes categorias sindicais, do movimento popular, para esse ato que é importante não apenas pela luta por fora Bolsonaro e Lula presidente, mas pelas reivindicações da classe trabalhadora, das mulheres, dos negros, dos indigenas etc.”

Machado completa destacando algumas reivindicações, “Para nós, nesse final de ano, além do fora Bolsonaro e Lula presidente temos a luta contra a PEC 32, contra as privatizações, como a dos Correios e da Petrobrás, contra os ataques aos negros e as mulheres, pela dissolução da PM e outras pautas deliberadas na última Plenária Nacional do Bloco Vermelho.”

O diretor de comunicação da Apeoesp (Sindicato dos professores estaduais de SP), Roberto Guido, destaca que “a manifestação do dia 12 de dezembro na Av. Paulista é mais uma manifestação pelo fora Bolsonaro e é fundamental participarmos e tomarmos as ruas para pôr fim ao governo genocida, entreguista, que promove retrocesso em nosso País e fortes ataques ao conjunto da classe trabalhadora”.

O bancário Eric Menezes, de Salvador, considera que o ato do dia 12 é “fundamental para mantermos a mobilização popular nas ruas, com fora Bolsonaro, Lula presidente, por um governo dos trabalhadores”. Já Tiago Pires, de Araraquara, destacou a situação da população negra que segundo ele, “é a que mais morre na pandemia e pela PM, é a que mais sofre com a destruição dos programas  sociais e dos direitos trabalhistas, que mais sofre com o desemprego, por isso é preciso ir para as ruas derrotar o golpe; para isso é preciso defender a única candidatura que derrota Bolsonaro e a terceira via. O lugar dos trabalhadores é a rua, por fora Bolsonaro e Lula presidente.”

Antonio Carlos, dirigente do PCO e da corrente sindical nacional Causa Operária, lembra o sofrimento do povo com a pandemia e todas as sequelas do golpe de Estado: “Além do enorme sofrimento da pandemia com mais de 615 mil mortos, sofrimento que ainda perdura por todo País; o Brasil sofre com recorde de desemprego, miséria, e o número de desempregados é recorde na história do Brasil, havendo mais trabalhadores desempregados, sendo que dos que trabalham a maioria não tem carteira assinada, nem direitos trabalhistas.” Ele destaca que tudo isso é resultado do golpe de Estado e que a luta atual é parte da luta contra o golpe, Bolsonaro e pela liberdade de Lula, e conclui: “Essa é a política dos donos do golpe, que derrubaram Dilma, prenderam Lula e elegeram Bolsonaro. Por isso mesmo o  povo entende a importância de colocar para fora Bolsonaro e eleger Lula presidente, lutar pela unidade de toda esquerda e rejeitar a política de um vice golpista inimigo dos trabalhadores como Alckmin para Lula. Tudo isso é parte da luta por suas reivindicações e modificação da situação política do País.”

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