Por que acabar com os monopólios?

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A queda dos serviços do Facebook – principalmente, a rede social homônima, o Whatsapp e o Instagram – foi apenas mais um sinal da ameaça imposta pelos monopólios que controlam a economia mundial. Por seis horas, sem nenhuma prestação de contas, o Facebook foi responsável pela interrupção na comunicação entre os seus quase 3 bilhões de usuários, causando grandes prejuízos e até mesmo mortes.

Esse tipo de incidente não é novidade. Apenas nos últimos 12 meses, redes de fornecimento de conteúdo como a Akamai e a Fastly tiveram seus serviços interrompidos, afetando milhares de aplicações de internet em todo o mundo. A empresa mais valiosa do mundo, a Amazon – cujo valor vem não da venda de livros mas da hospedagem que mais da metade dos serviços disponíveis na internet -, teve uma queda de quatro horas no último mês de novembro causando um prejuízo incalculável e um retrocesso, ainda que momentâneo, de décadas, do ponto de vista tecnológico.

Empresas como a Amazon, o Facebook e outras, como o Uber, dominam serviços essenciais e compõem a base da economia moderna. Transações econômicas praticamente não acontecem sem o intermédio de um grande monopólio e estes passaram a atuar como verdadeiros impérios – dignos da época imperialista em que vivemos – e cobram impostos dos vassalos que operam em seu domínio. 

Para todas as transações que ocorrem dentro do Uber ou de lojas digitais como as da Apple e do Google, há tarifas absurdas que vão de 10% até 30% a pretexto de cobrir “custos de operação” das plataformas cada vez menores. Elas não precisam prestar contas para absolutamente ninguém.

No caso de serviços de comunicação como o Twitter e o Facebook, há um caráter ainda mais nefasto. Longe dos olhos da população, os donos dessas plataformas podem controlar o discurso público, silenciar pessoas em massa e banir até mesmo figuras de alto relevo político como o ex-presidente dos EUA, Donald Trump. Se até Trump é alvo de censura, o que dizer de um trabalhador comum? Sua censura não será nem percebida por ninguém.

Por isso, defendemos o desmantelamento dessas monstruosidades econômicas. Por sustentarem boa parte da economia, os monopólios influenciam o preço da quase totalidade dos bens e serviços. Ademais, têm agora o poder de censurar em massa a população.

Defendemos que essas empresas sejam nacionalizadas e que sejam criados mecanismos populares de controle e auditoria para averiguar a boa gestão de seus serviços. As tarifas do Uber devem ser decididas pelos motoristas e entregadores, que prestam os serviços reais e geram valor para a plataforma. Os usuários do Facebook devem ter controle sobre o conteúdo disponibilizado em seus murais e na plataforma de conjunto.

Para os bilhões de usuários das redes sociais, a quebra desse monopólio e dos demais que controlam as redes sociais é uma questão central para defender os direitos democráticos da população e por fim à ditadura vigente nas redes sociais.

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