Ministro playboy quer acelerar privatização: greve e ocupação nos Correios

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A ordem dos “donos do golpe” aos seus funcionários – estejam eles no Palácio do Planalto ou no Congresso Nacional – é entregar toda a riqueza do País custe o que custar, afinal o governo Bolsonaro entrou em sua reta final e há muito serviço a ser feito até 2022 e como não poderia ser diferente, umas das pérolas a ser presenteada aos dilapidadores do País é a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

O ministro playboy das Comunicações Fábio Faria – agraciado com o cargo por ser genro do dono do SBT Sílvio Santos – não esconde sua euforia com a expectativa da aprovação do Projeto de Lei que autoriza a privatização dos Correios até novembro, isso porque, pasmem, a pressa por privatizar é devido à concorrência: “Mas essa receita de encomendas tem perda de 20% a cada ano para os grandes varejistas. Essas empresas estão desenvolvendo serviço próprio de logística. Mercado Livre, por exemplo, hoje entrega só 10% para os Correios“. (sítio Exame, 12/10/21). Ou seja, o “casto” ministro Faria está preocupado com uma possível desvalorização da empresa, caso não seja logo privatizada.

A “cara-de-pau” do ministro se completa com a armação entre a empresa e o Tribunal Superior do Trabalho que preparam a aprovação do banco de horas no julgamento do dissídio da data base da categoria, previsto para ocorrer ainda em outubro.

Todo o “céu de brigadeiro” com que se encaminha a privatização dos Correios e o  ataque sem precedentes às condições de trabalho para a categoria com a possível aprovação pelo TST do banco de horas – além de dezenas de benefícios já retirados por esse mesmo tribunal -, só são possíveis diante da criminosa paralisia da burocracia sindical.

Tudo se resume à política de lobby. É verdadeiramente ridículo assistir àqueles que deveriam estar mobilizando a categoria para o enfrentamento, prestarem-se ao papel de “pressionar” senadores no aeroporto de Brasília ou nos corredores fétidos do Congresso para que votem contra o PL da privatização.

Se os sindicalistas acreditam  que verdadeiramente podem barrar a privatização da empresa convencendo os parlamentares,  deveriam, então, encher muitas malas de dinheiro para concorrer com os grandes capitalistas, o que é impossível de ocorrer, ou, o que é possível e é a única saída, colocar os trabalhadores em guerra contra o governo e o Congresso.

O único caminho é a luta, com greve e ocupações dos prédios dos correios contra a privatização e pelas reivindicações dos trabalhadores diante da crise, como a reposição de 100% das perdas salariais e a redução da jornada de trabalho.

Ainda é possível reverter a privatização, mas para isso só com uma outra política, que tenha como eixo central o enfrentamento com o governo, a empresa e com os golpistas do Congresso Nacional e não alimentando a ilusão criminosa entre os trabalhadores de que é possível convencer os parlamentares da direita a votarem a favor do povo.

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